Projeto Reforma
  • Mais uma etapa na estruturação de viveiros comunitários no Assentamento Índio Galdino

    Foi concluída mais uma etapa na estruturação dos viveiros comunitários no Assentamento Índio Galdino, que envolveu as comunidades de Irmã Jandira e Índio Galdino.

    A ação integrou o Projeto Reforma, que tem entre suas metas o fortalecimento da cadeia produtiva de espécies nativas e de sistemas agroflorestais (SAFs), com foco na restauração ecológica. Nesta etapa, houve o apoio do Campus da UFSC Curitibanos, do NESBIO e de parceiros locais.

      

       


  • Aula de campo em Sistemas Agroflorestais

    No dia 17 de abril de 2025, foi realizada uma aula de campo na disciplina de Sistemas Agroflorestais, dedicada à discussão sobre a composição, dinâmica estrutural e temporal em SAFs.

    A atividade contou com o apoio da colega Larissa Panotti, que colaborou na logística e no debate, e com a participação da turma, que contribuiu para uma tarde de troca de experiências e reflexões coletivas.

    A ação ajuda a fortalecer o diálogo entre ensino, pesquisa e extensão voltados à agroecologia e à restauração ecológica.

      


  • Monitoramento da qualidade e fertilidade do solo no Assentamento Índio Galdino

    Na semana de 17 de abril de 2025, tiveram início dois novos trabalhos de monitoramento da restauração no Assentamento Índio Galdino.

    O mestrando do PPGEAN Carlos Eduardo Vergaray Ormeño esteve desenvolvendo o projeto “Determinação da distribuição espacial da fertilidade do solo por espectrometria no assentamento Índio Galdino”. E o estudante de Engenharia Florestal Daniel Garcia (UFSC) conduziu o projeto “Monitoramento participativo da qualidade do solo como estratégia para atender demandas de restauração ecológica”. As pesquisas contaram com apoio do Projeto Reforma e agricultores do Assentamento.

      

     


  • Pesquisa avalia estoque de carbono no solo em áreas de restauração ecológica

    No dia 15 de abril de 2025, dia Internacional da Conservação dos Solos, iniciaram as atividades de demarcação de áreas e coletas referentes à dissertação do Mestrando do PPGEAN, Italo Torri no Parque Estadual do Rio Canoas. A dissertação tem orientação do professor Djalma Schmitt, e avaliará o estoque de carbono no solo e potencial de fixação em áreas de restauração ecológica. A dissertação conta com o apoio do Projeto Reforma.

      

      

     

     


  • Pesquisa avalia microclima e biodiversidade do solo em diferentes estágios de regeneração de floresta

    A pesquisa da mestranda do PPGEAN, Roberta Schmidt, desenvolvida sob a orientação dos professores Drs. Cesar Marchioro e Julia Niemeyer, integrou ações de monitoramento do Projeto Reforma no Parque Estadual do Rio Canoas.

    O estudo teve como objetivo avaliar o microclima por meio da medição da umidade e temperatura do solo com o uso de sensores, além de investigar a biodiversidade edáfica por meio da análise de organismos bioindicadores da qualidade do solo, com ênfase nos gêneros Enchytraeus e Collembola. A pesquisa foi conduzida em áreas de floresta com diferentes estágios de regeneração: inicial, médio e avançado.

      

     


  • Apresentação dos resultados de disciplina internacional

    No dia 20 de março de 2025 , foram apresentados à comunidade universitária do Campus Curitibanos/UFSC os resultados do Field course on tropical ecosystems, realizado no Parque Rio Canoas, que ocorreu ao longo de dez dias. A apresentação marcou o encerramento das atividades, que contaram com a colaboração de docentes e instituições parceiras nacionais e internacionais.


  • Curso de Avaliação Participativa da Qualidade do Solo

    No dia 06 de março de 2023, o Projeto Reforma promoveu, com apoio do Nesbio, PPGEAN/UFSC e Pet Cências Rurais, o curso de Avaliação Participativa da Qualidade do Solo. A atividade foi ministrada pelo professor Jucunel Comin (CCA/UFSC).

    O curso contou com a participação de estudantes de graduação e mestrado, além de agricultores atendidos pelo projeto Reforma. A temática dos indicadores de qualidade do solo em restauração ecológica será aprofundada em trabalho de conclusão de curso desenvolvido pelo estudante Daniel Garcia, sob orientação da professora Karine Louise Santos e do professor Djauma Eugênio Schimitt.

        

        

        


  • Estruturação de viveiros comunitários no Assentamento Índio Galdino

    No dia 5 de fevereiro de 2025, seguiam os trabalhos de estruturação dos viveiros comunitários no Assentamento Índio Galdino. Na ocasião, foi estabelecida a área de sombra no espaço do Recanto funcho, fortalecendo a infraestrutura necessária para a produção de mudas e o desenvolvimento de atividades comunitárias.

        


  • Levantamento de Cactaceae no Parque Estadual Rio Canoas

    Estudantes da UFSC Curitibanos realizaram um levantamento A iniciativa, conduzida de espécies da família Cactaceae no Parque Estadual Rio Canoas – PAERC.

    A iniciativa conduzida pelos estudantes Enzo e Greyse, integra as atividades do Projeto Reforma/UFSC e conta com o apoio de professores, pesquisadores e instituições parceiras.

    O estudo contribui para ampliar o conhecimento sobre a diversidade de plantas presentes na Unidade de Conservação e fortalece as ações de pesquisa e conservação da biodiversidade regional.

        

        

      

     


  • Pesquisa monitora fauna associada à restauração ecológica no Parque Estadual Rio Canoas

    Com objetivo de compreender o papel da fauna no processo de restauração ecológica, está em andamento um estudo desenvolvido pela pesquisadora Giovana Tiepo. A pesquisa acompanha a presença de animais em área submetidas a diferentes estágios de recuperação da vegetação.

    Utilizando armadilhas fotográficas, o trabalho investiga a relação entre espécies animais e o processo de restauração, com destaque para a dispersão de sementes e outros hábitos alimentares essenciais para a dinâmica dos ecossistemas.

    Essa iniciativa integra o Projeto Reforma, realizado em parceria com UFSC,FAPEU, e Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), além do apoio de outros importantes colaboradores como a BNDES e o Núcleo de Estudos em Sistemas Biológicos (NESBIO).