Projeto Reforma
  • REFORMA – RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA DA FLORESTA OMBRÓFILA MISTA

    Fonte de Recursos: Fundo Social do BNDES – R$ 3.471.881,30
    Localização das Ações: Curitibanos, Frei Rogério e Campos Novos (SC)
    Finalidade: Restauração florestal de 302 hectares de Mata Atlântica em áreas nas regiões do Meio Oeste e do Planalto Serrano Catarinense.
    Beneficiário: Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (FAPEU)
    Interveniente: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
    Prazo de Execução: 64 meses – 10/09/2021 a 31/12/2026.

    BNDES (www.bndes.gov.br)

     


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  • Primeira reunião de planejamento do Projeto Reforma em 2026

    Na última sexta (13) ocorreu a primeira reunião de planejamento do Projeto Reforma em 2026.

    O encontro reuniu estudantes da graduação bolsistas do projeto, estudantes da pós-graduação, professores e o técnico Neomar Ribeiro, em um momento dedicado à organização das atividades e ao alinhamento das ações que irão orientar o trabalho ao longo do ano.

    Durante a reunião, também discutimos os próximos passos do projeto, o delineamento das atividades de campo, pesquisa e extensão, além da continuidade das ações que já vêm sendo desenvolvidas nos territórios. Esses momentos são fundamentais para integrar a equipe, compartilhar responsabilidades e construir coletivamente os caminhos que guiarão o projeto em 2026.

    Seguimos com o compromisso de fortalecer a restauração ecológica, a agroecologia e a formação de estudantes envolvidos nessas iniciativas, dando continuidade às ações e planejando novos avanços para este ano.

     

     

     


  • Avanço em mais uma etapa do levantamento das áreas de restauração no assentamento Índio Galdino

    Mais uma etapa de levantamento das áreas de restauração no assentamento Índio Galdino.

    Nesse local, após controle do processo de invasão com Pinus, serão adotadas estratégias de nucleacao. Essa etapa conta com apoio do Técnico do Projeto, Neomar Ribeiro e dos viveiros comunitários, Sítio Florescer e Recanto Funcho.

      

      

      

     

     


  • Você sabia que existe um sistema agrícola único no planalto serrano catarinense?

    O SAT Pinhão é um sistema agrícola tradicional de base agroflorestal, desenvolvido em fragmentos da Floresta com Araucárias.

    Nesse sistema, a produção de alimentos caminha junto com a conservação da floresta, a segurança alimentar e a manutenção de saberes e práticas culturais transmitidos entre gerações.

    Mais do que produzir pinhão, o SAT Pinhão mantém viva uma relação histórica entre pessoas, território e biodiversidade, constituindo um verdadeiro patrimônio socioambiental.

    Neste post, apresentamos as principais características desse sistema produtivo tradicional.

    (Autoria: Julia Goetten Wagner)

      

      

     


  • Análise de crescimento das mudas de espécies nativas cultivadas sob aplicação de bioinsumos à base de Microrganismos Eficientes (EMs).

    Nesta segunda-feira (16/02), foi realizada a segunda análise de crescimento das mudas do experimento com espécies nativas cultivadas sob aplicação de bioinsumos à base de Microrganismos Eficientes (EMs).

    Essa é uma das avaliações realizadas no viveiro, que envolvem o registro das medidas de altura da parte aérea e do diâmetro do colo de cada planta.

    Ação desenvolvida em colaboração com Projeto Reforma, Viveiro Rebelato, Figueiredo Mudas Nativas, Menuai Bioinsumos, Recanto Funcho, Emanuelle Panisson, NESBIO/UFSC, LAFIMEPRO/UFSC e PPGEAN/UFSC.

    Seguimos no acompanhamento e construção coletiva desse trabalho!

      

      


  • Vistoria em área de Reserva Legal após remoção de espécies invasoras no Assentamento Índio Galdino

    Nesta segunda-feira (16/02), o técnico do Projeto Reforma, Neomar Ribeiro realizou a vistoria na área de Reserva Legal no Assentamento Índio Galdino, onde foi efetuada a remoção de espécies invasoras de (Pinus).

    Como próxima etapa, será elaborado e executado o plano de recuperação ecológica da área, fortalecendo as ações de restauração e conservação ambiental no território.

      

      


  • Dia de Campo: “SPDH+ Caminho para a Transição e Melhoramento da Vida no Solo”

    No dia 04/02 foi realizado no Recanto Funcho o Dia de Campo: “SPDH+ Caminho para a Transição e Melhoramento da Vida no Solo”, com a participação de agricultores do município e da região. A atividade contou com diversos parceiros, entre eles: UFSC – Curitibanos, Projeto Reforma, EPAGRI, Cresol, Coopercontestado e Prefeitura Municipal de Curitibanos.

    Pela manhã, foi realizado um seminário com o palestrante Joel Tomazi (técnico em agropecuária), da Coopercontestado Gera Grãos.
    No período da tarde, Juliana (Epagri) e Neomar Ribeiro (técnico do Projeto Reforma) conduziram a atividade a campo, com a exposição de 10 espécies de plantas de cobertura utilizadas na implantação do sistema SPDH. Em seguida, houve a apresentação do rolo-faca, construído pelo agricultor Lori Custódio em parceria com Neomar.

    O objetivo da atividade foi levar conhecimento para que os agricultores possam aplicar em suas produções. O uso da adubação verde e de plantas de cobertura, como estratégia de conservação do solo, é fundamental dentro de sistemas de produção agrícola mais resilientes e responsáveis.

      

      

      


  • Oportunidade de Bolsa para Atuar em Viveiro Comunitário

    Estão abertas as inscrições para a bolsa vinculada ao Projeto Reforma, voltado à Restauração Ecológica da Floresta Ombrófila Mista.

    📆 Duração: 6 meses (março/26 a agosto/26)
    💰 Valor: R$ 750,00
    ⏰ Carga horária: 20h semanais

    🔎 Etapas de seleção:
    📝 Inscrições: 02 a 18 de fevereiro de 2026
    📧 Enviar a grade de horários para: reforma.cbs@contato.ufsc.br

    💻 Entrevistas on-line: 23 a 27 de fevereiro

    📌 A bolsa pode ser cadastrada como estágio obrigatório.

    Uma oportunidade de aprender, contribuir com a restauração ecológica e fortalecer ações comunitárias!


  • Agroflorestas em ação: 2026 em movimento

    Em 2026, o Projeto Reforma segue fortalecendo a restauração ecológica e a agroecologia nos territórios de reforma agrária, transformando planejamento em ação concreta.

    Recentemente, foram realizadas atividades de acompanhamento e supervisão do plantio de mudas e a distribuição de kits agroflorestais no Assentamento Índio Galdino. A distribuição foi conduzida pelo agricultor Gilmar Prates, com apoio de sua filha, utilizando mudas produzidas no viveiro comunitário do Sítio Florescer.

    O planejamento e a elaboração dos kits agroflorestais integram as atividades da dissertação de mestrado de Ana Luiza De Rosa Castro,  desenvolvida junto ao PPGEA-UFSC, sob orientação da Profª Dra. Karine Louise dos Santos, reforçando a integração entre pesquisa, extensão universitária e práticas agroecológicas.

    A ação contou com o acompanhamento técnico de Neomar Ribeiro, promovendo diálogo direto com as famílias assentadas, orientando os manejos agroflorestais e valorizando os saberes locais.

    Seguimos firmes no compromisso com a restauração ecológica, a agroecologia e o fortalecimento dos territórios!

      

      


  • Acompanhamento e supervisão das ações de plantio de mudas e distribuição de kits agroflorestais

    Estamos no final do ano mas as ações do Projeto Reforma seguem acontecendo!

    O técnico Neomar Ribeiro e o professor Alexandre Siminski estiveram a campo acompanhando e supervisionando o plantio de mudas, realizando a distribuição dos kits agroflorestais e dialogando com as famílias do assentamento.
    Esses encontros reforçam a construção coletiva e fortalece as ações de restauração, orienta os manejos e valoriza os saberes locais.

    Seguimos firmes no compromisso com a restauração ecológica a agroecologia e no fortalecimento dos territórios!

      

      

      

     


  • Avanços no monitoramento da qualidade do solo e atualização dos mapas de áreas do Assentamento Índio Galdino

    Atividades do dia 12 de dezembro no Projeto Reforma !
    O estudante de graduação Antonio Cardoso o técnico Neomar Ribeiro, estiveram trabalhando na atualização dos mapas, registrando as áreas já plantadas e aquelas em processo de enriquecimento, essa é uma etapa essencial para o acompanhamento das ações do projeto.

    A equipe segue avançando no monitoramento da qualidade do solo, agora na etapa laboratorial, aprofundando as análises que ajudam a compreender mais aspectos dos sistemas em restauração, reserva e produtivos no Assentamento Índio Galdino.

    Essa etapa complementa as atividades de campo realizadas anteriormente, que integram o TCC do Daniel Garcia orientado pela Profa. Karine Santos, contando com auxilio da estudante de graduação Lua Morena.
    Juntamente com o mestrando Ítalo Torri, com pesquisa desenvolvida no PPGEAN /UFSC sob orientação do Prof. Djalma Schmitt.