O Projeto REFORMA atua na restauração ecológica da Mata Atlântica no Planalto Catarinense, promovendo conservação da biodiversidade, adequação ambiental, sistemas agroflorestais e fortalecimento das comunidades locais.
Nossas ações envolvem:
– restauração de áreas degradadas
– apoio a viveiros e produção de mudas nativas
– agricultura regenerativa e sistemas agroflorestais
– formação de estudantes e capacitação de pessoas
– integração entre universidade, produtores rurais e sociedade
Já são mais de 300 hectares em restauração, fortalecendo paisagens mais biodiversas, produtivas e resilientes.
O projeto também estruturou o Centro REFORMA de Restauração Ecológica da UFSC, referência regional em pesquisa, formação de recursos humanos e restauração ambiental.
💚 REFORMA — Ciência que restaura.

Ao completar seis meses de acompanhamento, as mudas do experimento com espécies nativas seguem apresentando desenvolvimento e adaptação em viveiro. No dia 15 de abril, foi realizada a segunda inoculação dos bioprodutos à base de comunidades de microrganismos com o objetivo de potencializar seus efeitos sobre o crescimento e o desenvolvimento das plantas.
Na mesma ocasião, também ocorreu o transplantio das mudas para vasos, etapa fundamental para proporcionar melhores condições ao desenvolvimento radicular e favorecer a adaptação das espécies durante seu crescimento.
Essa fase representa um importante avanço no experimento, permitindo a continuidade das avaliações e o monitoramento do desempenho das mudas ao longo do tempo. Os resultados contribuirão para a geração de informações voltadas à produção de mudas nativas e ao aprimoramento de estratégias para a restauração ecológica.
A atividade foi desenvolvida em parceria com o Viveiro Rebelato, Figueiredo Mudas Nativas, Menuai Bioinsumos e Recanto Funcho, contando ainda com a colaboração do Projeto Reforma, do Núcleo de Estudos em Biodiversidade (NESBIO/UFSC), do Laboratório de Fisiologia e Microbiologia de Plantas (LAFIMEPRO) e do Programa de Pós-Graduação em Ecossistemas Agrícolas e Naturais (PPGEAN/UFSC).
A equipe agradece especialmente a todos os colaboradores que contribuíram para a realização desta etapa e para o desenvolvimento das atividades de pesquisa e restauração ecológica.


O Projeto Reforma realizou mais uma atividade junto aos viveiros comunitários estruturados no Assentamento Índio Galdino, conduzido pela família de Gilmar Prates. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cadeia produtiva da restauração ecológica, promovendo a recuperação ambiental aliada à inclusão social e ao desenvolvimento das comunidades rurais.
As ações desenvolvidas buscam incentivar a produção de mudas nativas, a geração de renda e o engajamento comunitário em práticas voltadas à conservação e restauração dos ecossistemas locais.
O Projeto Reforma agradece a colaboração de Caio Nunes, Everton Soares, Rafael Morais e do Núcleo de Estudos em Biodiversidade (NESBIO/UFSC), parceiros fundamentais para a realização das atividades e o fortalecimento das ações de restauração ecológica na região.


O projeto de iniciação científica “Macrofauna do solo em Sistemas de Uso do Solo no Planalto Serrano Catarinense” executado pela aluna de graduação em Agronomia, Sabrina Hess, e orientado pela professora Marie Bart.
Tem por objetivo avaliar os efeitos de diferentes SUS sobre as comunidades da macrofauna invertebrada do solo, comparando as comunidades da macrofauna (riqueza, abundância e biomassa) em áreas sob vegetação nativa (reserva legal), restauração ecológica, pastagem e culturas anuais em área de produtores dos assentamentos Índio Galdino e Irmã Jandira, relacionando os efeitos destes SUS sobre as comunidades da macrofauna, através de análises de atributos químicos e físicos e avaliando o potencial de organismos e/ou grupos da macrofauna poderem ser utilizados como indicadores da qualidade do solo.
A amostragem das áreas aconteceu no mês de janeiro de 2026 (dias 14, 15 e 19), onde foram coletados 5 pontos por SUS (15 por propriedade), totalizando 90 amostras para coleta dor organismos da macrofauna e para as análises químicas.
Na etapa atual do projeto a aluna, Sabrina Hess, está procedendo a identificação dos organismos em laboratório.



Projeto Reforma presente no 1º Encontro Rede Sul de Restauração Ecológica, em Porto Alegre/RS.

Na última sexta (13) ocorreu a primeira reunião de planejamento do Projeto Reforma em 2026.
O encontro reuniu estudantes da graduação bolsistas do projeto, estudantes da pós-graduação, professores e o técnico Neomar Ribeiro, em um momento dedicado à organização das atividades e ao alinhamento das ações que irão orientar o trabalho ao longo do ano.
Durante a reunião, também discutimos os próximos passos do projeto, o delineamento das atividades de campo, pesquisa e extensão, além da continuidade das ações que já vêm sendo desenvolvidas nos territórios. Esses momentos são fundamentais para integrar a equipe, compartilhar responsabilidades e construir coletivamente os caminhos que guiarão o projeto em 2026.
Seguimos com o compromisso de fortalecer a restauração ecológica, a agroecologia e a formação de estudantes envolvidos nessas iniciativas, dando continuidade às ações e planejando novos avanços para este ano.


Mais uma etapa de levantamento das áreas de restauração no assentamento Índio Galdino.
Nesse local, após controle do processo de invasão com Pinus, serão adotadas estratégias de nucleacao. Essa etapa conta com apoio do Técnico do Projeto, Neomar Ribeiro e dos viveiros comunitários, Sítio Florescer e Recanto Funcho.



O SAT Pinhão é um sistema agrícola tradicional de base agroflorestal, desenvolvido em fragmentos da Floresta com Araucárias.
Nesse sistema, a produção de alimentos caminha junto com a conservação da floresta, a segurança alimentar e a manutenção de saberes e práticas culturais transmitidos entre gerações.
Mais do que produzir pinhão, o SAT Pinhão mantém viva uma relação histórica entre pessoas, território e biodiversidade, constituindo um verdadeiro patrimônio socioambiental.
Neste post, apresentamos as principais características desse sistema produtivo tradicional.
(Autoria: Julia Goetten Wagner)



Nesta segunda-feira (16/02), foi realizada a segunda análise de crescimento das mudas do experimento com espécies nativas cultivadas sob aplicação de bioinsumos à base de Microrganismos Eficientes (EMs).
Essa é uma das avaliações realizadas no viveiro, que envolvem o registro das medidas de altura da parte aérea e do diâmetro do colo de cada planta.
Ação desenvolvida em colaboração com Projeto Reforma, Viveiro Rebelato, Figueiredo Mudas Nativas, Menuai Bioinsumos, Recanto Funcho, Emanuelle Panisson, NESBIO/UFSC, LAFIMEPRO/UFSC e PPGEAN/UFSC.
Seguimos no acompanhamento e construção coletiva desse trabalho!

