O projeto REFORMA segue avançando nos trabalhos de capacitação e no desenvolvimento da cadeia produtiva voltada à produção de mudas de espécies nativas para a restauração ecológica e os sistemas agroflorestais (SAFs).
Na semana do dia 30 de abril (2025), os representantes da propriedade Recan Tofuncho estiveram no Viveiro Figueiredo para uma troca de experiências enriquecedora. Além disso, também foram iniciadas as atividades de repicagem das mudas de erva-mate na estrutura do Viveiro Comunitário da comunidade Irmã Jandira, em Curitibanos (Santa Catarina). Essa iniciativa integra as ações do Projeto Reforma da UFSC, em parceria com o INCRA.


O viveiro do Projeto Reforma na UFSC Curitibanos vem trabalhando com ações para o desenvolvimento de técnicas de propagação e multiplicação de espécies de interesse na restauração ecológica e SAFs. A bolsista do projeto Melissa Konkel, sob orientação do professor Luciano Picolotto, realiza atividades no viveiro de transplante de mudas florestais; Adubação (utilizando fertilizante de liberação lenta) em mudas; Preparo de substrato (enchimento de saquinhos); Propagação utilizando a técnica de estaquia e mergulhia; Propagação de citros pela técnica de estaquia; Monitoramento da umidade do substrato em mudas transplantadas. O projeto Reforma conta com o apoio financeiro do BNDES.


Foi concluída mais uma etapa na estruturação dos viveiros comunitários no Assentamento Índio Galdino, que envolveu as comunidades de Irmã Jandira e Índio Galdino.
A ação integrou o Projeto Reforma, que tem entre suas metas o fortalecimento da cadeia produtiva de espécies nativas e de sistemas agroflorestais (SAFs), com foco na restauração ecológica. Nesta etapa, houve o apoio do Campus da UFSC Curitibanos, do NESBIO e de parceiros locais.


No dia 17 de abril de 2025, foi realizada uma aula de campo na disciplina de Sistemas Agroflorestais, dedicada à discussão sobre a composição, dinâmica estrutural e temporal em SAFs.
A atividade contou com o apoio da colega Larissa Panotti, que colaborou na logística e no debate, e com a participação da turma, que contribuiu para uma tarde de troca de experiências e reflexões coletivas.
A ação ajuda a fortalecer o diálogo entre ensino, pesquisa e extensão voltados à agroecologia e à restauração ecológica.

Na semana de 17 de abril de 2025, tiveram início dois novos trabalhos de monitoramento da restauração no Assentamento Índio Galdino.
O mestrando do PPGEAN Carlos Eduardo Vergaray Ormeño esteve desenvolvendo o projeto “Determinação da distribuição espacial da fertilidade do solo por espectrometria no assentamento Índio Galdino”. E o estudante de Engenharia Florestal Daniel Garcia (UFSC) conduziu o projeto “Monitoramento participativo da qualidade do solo como estratégia para atender demandas de restauração ecológica”. As pesquisas contaram com apoio do Projeto Reforma e agricultores do Assentamento.


No dia 15 de abril de 2025, dia Internacional da Conservação dos Solos, iniciaram as atividades de demarcação de áreas e coletas referentes à dissertação do Mestrando do PPGEAN, Italo Torri no Parque Estadual do Rio Canoas. A dissertação tem orientação do professor Djalma Schmitt, e avaliará o estoque de carbono no solo e potencial de fixação em áreas de restauração ecológica. A dissertação conta com o apoio do Projeto Reforma.


A pesquisa da mestranda do PPGEAN, Roberta Schmidt, desenvolvida sob a orientação dos professores Drs. Cesar Marchioro e Julia Niemeyer, integrou ações de monitoramento do Projeto Reforma no Parque Estadual do Rio Canoas.
O estudo teve como objetivo avaliar o microclima por meio da medição da umidade e temperatura do solo com o uso de sensores, além de investigar a biodiversidade edáfica por meio da análise de organismos bioindicadores da qualidade do solo, com ênfase nos gêneros Enchytraeus e Collembola. A pesquisa foi conduzida em áreas de floresta com diferentes estágios de regeneração: inicial, médio e avançado.


No dia 20 de março de 2025 , foram apresentados à comunidade universitária do Campus Curitibanos/UFSC os resultados do Field course on tropical ecosystems, realizado no Parque Rio Canoas, que ocorreu ao longo de dez dias. A apresentação marcou o encerramento das atividades, que contaram com a colaboração de docentes e instituições parceiras nacionais e internacionais.

No dia 5 de fevereiro de 2025, seguiam os trabalhos de estruturação dos viveiros comunitários no Assentamento Índio Galdino. Na ocasião, foi estabelecida a área de sombra no espaço do Recanto funcho, fortalecendo a infraestrutura necessária para a produção de mudas e o desenvolvimento de atividades comunitárias.
