O projeto de iniciação científica “Macrofauna do solo em Sistemas de Uso do Solo no Planalto Serrano Catarinense” executado pela aluna de graduação em Agronomia, Sabrina Hess, e orientado pela professora Marie Bart.
Tem por objetivo avaliar os efeitos de diferentes SUS sobre as comunidades da macrofauna invertebrada do solo, comparando as comunidades da macrofauna (riqueza, abundância e biomassa) em áreas sob vegetação nativa (reserva legal), restauração ecológica, pastagem e culturas anuais em área de produtores dos assentamentos Índio Galdino e Irmã Jandira, relacionando os efeitos destes SUS sobre as comunidades da macrofauna, através de análises de atributos químicos e físicos e avaliando o potencial de organismos e/ou grupos da macrofauna poderem ser utilizados como indicadores da qualidade do solo.
A amostragem das áreas aconteceu no mês de janeiro de 2026 (dias 14, 15 e 19), onde foram coletados 5 pontos por SUS (15 por propriedade), totalizando 90 amostras para coleta dor organismos da macrofauna e para as análises químicas.
Na etapa atual do projeto a aluna, Sabrina Hess, está procedendo a identificação dos organismos em laboratório.



Projeto Reforma presente no 1º Encontro Rede Sul de Restauração Ecológica, em Porto Alegre/RS.

Na última sexta (13) ocorreu a primeira reunião de planejamento do Projeto Reforma em 2026.
O encontro reuniu estudantes da graduação bolsistas do projeto, estudantes da pós-graduação, professores e o técnico Neomar Ribeiro, em um momento dedicado à organização das atividades e ao alinhamento das ações que irão orientar o trabalho ao longo do ano.
Durante a reunião, também discutimos os próximos passos do projeto, o delineamento das atividades de campo, pesquisa e extensão, além da continuidade das ações que já vêm sendo desenvolvidas nos territórios. Esses momentos são fundamentais para integrar a equipe, compartilhar responsabilidades e construir coletivamente os caminhos que guiarão o projeto em 2026.
Seguimos com o compromisso de fortalecer a restauração ecológica, a agroecologia e a formação de estudantes envolvidos nessas iniciativas, dando continuidade às ações e planejando novos avanços para este ano.


Mais uma etapa de levantamento das áreas de restauração no assentamento Índio Galdino.
Nesse local, após controle do processo de invasão com Pinus, serão adotadas estratégias de nucleacao. Essa etapa conta com apoio do Técnico do Projeto, Neomar Ribeiro e dos viveiros comunitários, Sítio Florescer e Recanto Funcho.



O SAT Pinhão é um sistema agrícola tradicional de base agroflorestal, desenvolvido em fragmentos da Floresta com Araucárias.
Nesse sistema, a produção de alimentos caminha junto com a conservação da floresta, a segurança alimentar e a manutenção de saberes e práticas culturais transmitidos entre gerações.
Mais do que produzir pinhão, o SAT Pinhão mantém viva uma relação histórica entre pessoas, território e biodiversidade, constituindo um verdadeiro patrimônio socioambiental.
Neste post, apresentamos as principais características desse sistema produtivo tradicional.
(Autoria: Julia Goetten Wagner)



Nesta segunda-feira (16/02), foi realizada a segunda análise de crescimento das mudas do experimento com espécies nativas cultivadas sob aplicação de bioinsumos à base de Microrganismos Eficientes (EMs).
Essa é uma das avaliações realizadas no viveiro, que envolvem o registro das medidas de altura da parte aérea e do diâmetro do colo de cada planta.
Ação desenvolvida em colaboração com Projeto Reforma, Viveiro Rebelato, Figueiredo Mudas Nativas, Menuai Bioinsumos, Recanto Funcho, Emanuelle Panisson, NESBIO/UFSC, LAFIMEPRO/UFSC e PPGEAN/UFSC.
Seguimos no acompanhamento e construção coletiva desse trabalho!


Nesta segunda-feira (16/02), o técnico do Projeto Reforma, Neomar Ribeiro realizou a vistoria na área de Reserva Legal no Assentamento Índio Galdino, onde foi efetuada a remoção de espécies invasoras de (Pinus).
Como próxima etapa, será elaborado e executado o plano de recuperação ecológica da área, fortalecendo as ações de restauração e conservação ambiental no território.


No dia 04/02 foi realizado no Recanto Funcho o Dia de Campo: “SPDH+ Caminho para a Transição e Melhoramento da Vida no Solo”, com a participação de agricultores do município e da região. A atividade contou com diversos parceiros, entre eles: UFSC – Curitibanos, Projeto Reforma, EPAGRI, Cresol, Coopercontestado e Prefeitura Municipal de Curitibanos.
Pela manhã, foi realizado um seminário com o palestrante Joel Tomazi (técnico em agropecuária), da Coopercontestado Gera Grãos.
No período da tarde, Juliana (Epagri) e Neomar Ribeiro (técnico do Projeto Reforma) conduziram a atividade a campo, com a exposição de 10 espécies de plantas de cobertura utilizadas na implantação do sistema SPDH. Em seguida, houve a apresentação do rolo-faca, construído pelo agricultor Lori Custódio em parceria com Neomar.
O objetivo da atividade foi levar conhecimento para que os agricultores possam aplicar em suas produções. O uso da adubação verde e de plantas de cobertura, como estratégia de conservação do solo, é fundamental dentro de sistemas de produção agrícola mais resilientes e responsáveis.



Estão abertas as inscrições para a bolsa vinculada ao Projeto Reforma, voltado à Restauração Ecológica da Floresta Ombrófila Mista.
📆 Duração: 6 meses (março/26 a agosto/26)
💰 Valor: R$ 750,00
⏰ Carga horária: 20h semanais
🔎 Etapas de seleção:
📝 Inscrições: 02 a 18 de fevereiro de 2026
📧 Enviar a grade de horários para: reforma.cbs@contato.ufsc.br
💻 Entrevistas on-line: 23 a 27 de fevereiro
📌 A bolsa pode ser cadastrada como estágio obrigatório.
Uma oportunidade de aprender, contribuir com a restauração ecológica e fortalecer ações comunitárias!

Em 2026, o Projeto Reforma segue fortalecendo a restauração ecológica e a agroecologia nos territórios de reforma agrária, transformando planejamento em ação concreta.
Recentemente, foram realizadas atividades de acompanhamento e supervisão do plantio de mudas e a distribuição de kits agroflorestais no Assentamento Índio Galdino. A distribuição foi conduzida pelo agricultor Gilmar Prates, com apoio de sua filha, utilizando mudas produzidas no viveiro comunitário do Sítio Florescer.
O planejamento e a elaboração dos kits agroflorestais integram as atividades da dissertação de mestrado de Ana Luiza De Rosa Castro, desenvolvida junto ao PPGEA-UFSC, sob orientação da Profª Dra. Karine Louise dos Santos, reforçando a integração entre pesquisa, extensão universitária e práticas agroecológicas.
A ação contou com o acompanhamento técnico de Neomar Ribeiro, promovendo diálogo direto com as famílias assentadas, orientando os manejos agroflorestais e valorizando os saberes locais.
Seguimos firmes no compromisso com a restauração ecológica, a agroecologia e o fortalecimento dos territórios!

