


A produção de biofertilizantes foi tema de uma capacitação conduzida pelo pesquisador Alexandre Visconti, da Estação Experimental da Epagri de Itajaí.
Durante a palestra, foram apresentados os princípios e benefícios do biofertilizante aeróbico, um insumo biológico obtido por meio da fermentação de materiais orgânicos, rico em microrganismos benéficos e nutrientes que contribuem para o desenvolvimento das plantas, auxiliando também na proteção contra fitopatógenos. Entre suas vantagens estão o baixo custo de produção, a facilidade de preparo e aplicação, além do curto período de fermentação, que varia de 6 a 12 dias.
Na sequência, os participantes acompanharam uma demonstração prática da produção do biofertilizante utilizando a Unidade Portátil de Produção de Biofertilizante Aeróbico (UPPB) – Modelo Epagri, conhecendo desde a formulação até o funcionamento do equipamento, desenvolvido para facilitar a adoção dessa tecnologia pelos agricultores.
A atividade foi uma iniciativa realizada em parceria entre o Recanto Funcho e equipe da Epagri, reunindo agricultores, empresa Menuai Bioinsumos, Nesbio e Projeto Reforma, fortalecendo a troca de conhecimentos e incentivando a adoção de bioinsumos e de práticas voltadas ao manejo biológico na agricultura.
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Na última sexta-feira (27/06) a equipe do projeto. Reforma Karine Santos, Enzo Gonçalvez, Rubens Morás, Caio Nunes e Neomar Ribeiro, desenvolveram atividades no Assentamento Índio Galdino, com o manejo das mudas em viveiro comunitário do Sítio Florescer e acompanhamento das propriedades rurais participantes da distribuição dos kits agroflorestais.
No viveiro, foram realizados o transplante e a organização das mudas, visando favorecer seu desenvolvimento e preparo para as próximas etapas. Simultaneamente, a equipe também realizou visitas a duas propriedades que receberam os kits de mudas, dando sequência ao acompanhamento da implantação das espécies.
As visitas técnicas permitem avaliar o andamento dos plantios, compreender as intenções dos proprietários em relação às mudas, identificar os cuidados adotados no manejo e registrar os principais desafios enfrentados durante a implementação. Essas atividades integram o acompanhamento contínuo das ações, contribuindo para o fortalecimento da restauração ambiental e aproximação com as famílias participantes.
Foi iniciada uma nova etapa de acompanhamento das propriedades rurais que receberam mudas por meio da iniciativa do projeto Reforma.
As visitas têm como objetivo verificar a implantação das mudas nas áreas, acompanhar os cuidados realizados pelos proprietários e avaliar o desenvolvimento inicial das plantas. Além disso, esse momento permite identificar os principais desafios enfrentados durante o processo, bem como possíveis demandas por novas mudas.
Nesta primeira etapa, a equipe composta por Karine Santos, Neomar Ribeiro e Enzo Luciano, realizaram visitas a três propriedades, promovendo a troca de experiências e o diálogo com os agricultores participantes. Ao longo do segundo semestre, novas visitas serão realizadas, ampliando o acompanhamento e fortalecendo a parceria com as famílias e a comunidade envolvida.


Hoje, as mestrandas Esther Escarrone Pereira, orientada pela Profa. Dra. Karine Louise dos Santos, e Giovana Tiepo, orientada pelo Prof. Dr. Alexandre Siminski e coorientada pela Profa Dra. Rita Carolina de Melo, estiveram no Recanto Funcho, junto ao agricultor e técnico Neomar Pinto Ribeiro, no Assentamento de Reforma Agrária Índio Galdino, em Curitibanos-SC, para realizar a verificação das câmeras trap instaladas na propriedade.
A atividade integra uma parceria com o Centro Reforma, que busca estruturar uma trilha ecológica voltada ao turismo e à educação ambiental. A proposta é promover reflexões sobre a importância das florestas para a conservação da biodiversidade e para a manutenção dos serviços ambientais.
As câmeras trap são importantes ferramentas para o monitoramento da fauna silvestre, permitindo registrar a presença e a diversidade de espécies de forma não invasiva, sem interferir na rotina dos animais. Além de contribuir para a pesquisa, esses registros auxiliam na valorização da biodiversidade local e fortalecem as ações de conservação desenvolvidas na propriedade.
Momentos como esse reforçam a importância da integração entre pesquisa, extensão e produtores rurais na construção de iniciativas voltadas à conservação e ao uso sustentável dos recursos naturais.
Bolsas de pesquisa: FAPESC, CAPES e REFORMA.


Confira o cronograma das apresentações do Centro Reforma/UFSC na SOBRE2026 – VI Conferência Brasileira de Restauração Ecológica!
Ao longo da programação, nossa equipe compartilhará pesquisas e experiências desenvolvidas no âmbito da restauração ecológica e da atuação do Centro Reforma/UFSC.
Os trabalhos apresentados refletem o esforço coletivo de estudantes, pesquisadores(as) e equipe técnica comprometidos com a construção de caminhos para a restauração ecológica no Brasil.
Nos vemos na SOBRE2026! 💚



O Projeto Reforma e o Nesbio estiveram presentes na Mostra Científica e de Boas Práticas da Semana do Meio Ambiente UFSC 2026.
Com foco em restauração ecológica, inclusão produtiva e inovação socioambiental na Floresta Ombrófila Mista, o projeto integra as ações que fortalecem a sustentabilidade e a conexão entre universidade, território e comunidade.
Além do banner exposto no Hall da Reitoria da UFSC, também produzimos um vídeo apresentando a proposta do projeto exposto. O acesso pode ser feito pelo QR Code ou pelo link na bio
A Mostra aconteceu nos 25 de maio a 12 de junho de 2026.
Autores do banner e vídeo: Alexandre, Karine, Michelle, Enzo e Neomar; mas destacamos a contribuição de inúmeras pessoas!
Apoio: BNDES, FAPEU, PPGEAN, UFSC, INCRA, PAERC, IMA e demais instituições vinculadas ao projeto Reforma.


O Centro Reforma/UFSC marcará presença na SOBRE2026 — VI Conferência Brasileira de Restauração Ecológica , um dos principais encontros nacionais dedicados à restauração ecológica.
Temos a alegria de compartilhar que 8 trabalhos foram selecionados para apresentação, resultado do esforço coletivo de estudantes, pesquisadores e equipe técnica envolvidos em nossas ações de pesquisa, extensão e restauração.
Nossa equipe participante contará com: Alexandre Siminski, Karine Santos, Daniel Oliveira, Everton Soares, Lua Morena, Roberta Colaço, Emanuelle Panisson e Neomar Ribeiro.
Seguimos fortalecendo a formação de pessoas, a produção de conhecimento e as conexões que impulsionam a restauração ecológica.
Nos vemos em Brasília!

O Projeto REFORMA atua na restauração ecológica da Mata Atlântica no Planalto Catarinense, promovendo conservação da biodiversidade, adequação ambiental, sistemas agroflorestais e fortalecimento das comunidades locais.
Nossas ações envolvem:
– restauração de áreas degradadas
– apoio a viveiros e produção de mudas nativas
– agricultura regenerativa e sistemas agroflorestais
– formação de estudantes e capacitação de pessoas
– integração entre universidade, produtores rurais e sociedade
Já são mais de 300 hectares em restauração, fortalecendo paisagens mais biodiversas, produtivas e resilientes.
O projeto também estruturou o Centro REFORMA de Restauração Ecológica da UFSC, referência regional em pesquisa, formação de recursos humanos e restauração ambiental.
💚 REFORMA — Ciência que restaura.

Ao completar seis meses de acompanhamento, as mudas do experimento com espécies nativas seguem apresentando desenvolvimento e adaptação em viveiro. No dia 15 de abril, foi realizada a segunda inoculação dos bioprodutos à base de comunidades de microrganismos com o objetivo de potencializar seus efeitos sobre o crescimento e o desenvolvimento das plantas.
Na mesma ocasião, também ocorreu o transplantio das mudas para vasos, etapa fundamental para proporcionar melhores condições ao desenvolvimento radicular e favorecer a adaptação das espécies durante seu crescimento.
Essa fase representa um importante avanço no experimento, permitindo a continuidade das avaliações e o monitoramento do desempenho das mudas ao longo do tempo. Os resultados contribuirão para a geração de informações voltadas à produção de mudas nativas e ao aprimoramento de estratégias para a restauração ecológica.
A atividade foi desenvolvida em parceria com o Viveiro Rebelato, Figueiredo Mudas Nativas, Menuai Bioinsumos e Recanto Funcho, contando ainda com a colaboração do Projeto Reforma, do Núcleo de Estudos em Biodiversidade (NESBIO/UFSC), do Laboratório de Fisiologia e Microbiologia de Plantas (LAFIMEPRO) e do Programa de Pós-Graduação em Ecossistemas Agrícolas e Naturais (PPGEAN/UFSC).
A equipe agradece especialmente a todos os colaboradores que contribuíram para a realização desta etapa e para o desenvolvimento das atividades de pesquisa e restauração ecológica.


O Projeto Reforma realizou mais uma atividade junto aos viveiros comunitários estruturados no Assentamento Índio Galdino, conduzido pela família de Gilmar Prates. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cadeia produtiva da restauração ecológica, promovendo a recuperação ambiental aliada à inclusão social e ao desenvolvimento das comunidades rurais.
As ações desenvolvidas buscam incentivar a produção de mudas nativas, a geração de renda e o engajamento comunitário em práticas voltadas à conservação e restauração dos ecossistemas locais.
O Projeto Reforma agradece a colaboração de Caio Nunes, Everton Soares, Rafael Morais e do Núcleo de Estudos em Biodiversidade (NESBIO/UFSC), parceiros fundamentais para a realização das atividades e o fortalecimento das ações de restauração ecológica na região.

